| As formas de tratamento normalmente mais utilizadas são duas: um plano alimentar com restrição de calórica, combinado com uma actividade física adequada ou o plano alimentar com restrição calórica e a actividade física, combinadas com terapêutica com medicamentos.
O plano alimentar deve ser hipocalórico, ou seja, fornece menos calorias do que aquelas que precisa para o dia-a-dia. Só desta forma, a energia que está armazenada na gordura corporal irá ser utilizada. Esse plano deve ser estipulado por um especialista e não deve ser excessivamente restrito… ao contrário do que se possa pensar, deve ser equilibrado do ponto de vista calórico (30% da energia deve vir das gorduras, 55% dos hidratos de carbono e 15% das proteínas) o que implica que os alimentos ricos em hidratos de carbono não possam ser esquecidos e que as quantidades de gorduras devem ser reduzidas.
O plano alimentar deve ser também suficiente noutros nutrientes como as vitaminas, minerais, água e fibras. As refeições devem ser repartidas ao longo do dia e deve evitar-se deixar o organismo horas sem alimento bem como passar o dia a “petiscar” pequenas quantidades de alimento.
O mais indicado será fazer três refeições principais (pequeno-almoço, almoço e jantar) e mais duas ou três pequenas refeições. Se após o jantar o exercício for quase nulo, é desejável que a refeição seja menos extensa do que a do almoço.
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