Para a maioria das pessoas o termo “obesidade” significa estar muito acima do peso. No entanto, os profissionais de saúde a definem como um resultado do acúmulo excessivo de gordura que excede os padrões estruturais e físicos do corpo que inclui músculos, ossos, gordura e água. A obesidade é reconhecida nos dias de hoje como um problema de saúde pública, uma doença crónica, progressiva, fatal, geneticamente relacionada com o desenvolvimento de outras doenças.
Qual a diferença entre “estar acima do peso” e “ser obeso”?
A obesidade é um excesso de gordura na composição do corpo, mas no entanto só poderá ser chamada assim quando mais de 20% da massa corporal total de um homem for constituída por gordura. Numa mulher esse valor é alterado para os 30% dado que em regra, mulheres têm mais gordura corporal do que homens.
Como se mede a obesidade?
Todos nós precisamos de uma certa quantidade de gordura corporal para armazenar energia, isolar calor, absorção de impacto e outras funções, no entanto medir essa exacta quantidade de gordura corporal numa pessoa não é fácil.
As formas mais precisas de medir a obesidade são pesar a pessoa sob a água ou usar técnicas de radioabsorciometria de feixes duplos, métodos que não são práticos para a maioria das pessoas e só disponíveis com recurso a equipamentos especiais. Existem ainda métodos mais simples como medir a espessura da camada de gordura abaixo da pele em diversas partes do corpo, ou um outro que consiste em enviar uma quantidade inofensiva de electricidade através do corpo da pessoa.
No entanto, a forma mais comum de diagnosticar a obesidade, é utilizar tabelas de índice de massa corporal (IMC) que se tem tornado um método padrão entre médicos para medir sobrepeso e obesidade.
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